domingo, 30 de outubro de 2011
quinta-feira, 2 de junho de 2011
A troika que rouba...
Para quem ainda restava dúvidas sobre o teor da ingerência do FMI em Portugal, nos últimos dias foi possível perceber com toda a clareza as intenções deste órgão.
A Troika que se apresenta agora em solo nacional, num verdadeiro acto de ingerência e de ataque à soberania nacional, com o apoio do PS, PSD e CDS (aliás os responsáveis pela situação económica e social do País), já começou a deixar escapar algumas das suas intenções para o futuro.
A Troika que se apresenta agora em solo nacional, num verdadeiro acto de ingerência e de ataque à soberania nacional, com o apoio do PS, PSD e CDS (aliás os responsáveis pela situação económica e social do País), já começou a deixar escapar algumas das suas intenções para o futuro.
quinta-feira, 28 de abril de 2011
1º Maio em Guimarães
LARGO DA OLIVEIRA - 15 HORAS
Programa
15 h - Actuação Trio os Boémios
16 h - Manifestação
17 h - Actuação Trio os Boémios
VEM DAR FORÇA A LUTA DOS TRABALHADORES
quinta-feira, 14 de abril de 2011
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
Mais de 6000 enchem Campo Pequeno: a maior iniciativa da campanha eleitoral
Um mar de gente, encheu o Campo Pequeno em Lisboa na maior iniciativa de qualquer candidatura nestas eleições. Mais de 6000 pessoas participaram, com entusiasmo, alegria e determinação no comício deste Domingo em Lisboa, dando expressão ao seu apoio à candidatura de Francisco Lopes. O candidato fez um forte apelo à mobilização para o voto na nossa candidatura.
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Mais de 50 mil em Lisboa e 20 mil no Porto contra a política de direita
Porto, Jornada Nacional de Luta, 29 de Setembro de 2010 |
No mesmo dia em que o Conselho de Ministros se encontrava reunido para aprovar novas medidas de austeridade - ou seja, que cortam nos salários, nas pensões e nos serviços públicos e deixam isentos de qualquer encargo os grandes grupos económicos e financeiros - os trabalhadores exigiram um rumo diferente na política nacional, assente na criação de emprego, no investimento público, na valorização do trabalho e dos trabalhadores.
Para além das razões gerais, trabalhadores de vários sectores traziam as suas exigências próprias - contra as privatizações, pelo respeito pela contratação colectiva, contra a repressão. No desfile seguiam também activistas da Campanha Paz Sim! NATO Não!, solidários com os trabalhadores em luta e apelando à manifestação de 20 de Novembro, contra a cimeira da NATO em Portugal e seus objectivos militaristas. «Trabalho e Pão! Guerra Não!», gritavam.
No final, após as intervenções de Valter Lóios e Manuel Carvalho da Silva, respectivamente dirigentes da Interjovem e da CGTP-IN, os trabalhadores ficaram ainda mais conscientes da importância de prosseguir a luta.
segunda-feira, 5 de julho de 2010
Compromisso de mobilização e luta para o dia 8 de Julho
O PCP é o único Partido que está onde deve estar, ao lado dos trabalhadores e do povo!!!
Da parte do PCP tudo será feito para derrotar o PEC e o PEC 2, mas tal só será possível com a intensificação da luta dos trabalhadores e do povo contra esta política e afirmando um novo rumo para o País. Para esta luta, que tem na jornada da CGTP-IN marcada para o próximo dia 8 um ponto alto, o PCP fará o que estiver ao seu alcance para esclarecer e mobilizar. Mas a intervenção do PCP, sendo importante, não substitui a luta dos trabalhadores - na qual, garantiu o Secretário-geral do PCP, os comunistas estarão «na primeira linha».
A injustiça das medidas que entraram em vigor (aumento dos preços por via do IVA e roubo nos salários por via do IRS) por incidirem sobre quem nada teve a ver com a crise que as «justificam».
Aos responsáveis - a banca e os grandes grupos económicos - as chamadas «medidas de austeridade» não afectam. Pelo contrário, os principais bancos nacionais tiveram lucros diários de cinco milhões de euros. E receberá ainda como prémio um pacote de privatizações de empresas altamente rentáveis.
O novo pacote de medidas que entrará em vigor a 1 de Agosto, relativo aos apoios e prestações sociais, e que penalizará os mais desfavorecidos da sociedade portuguesa, como os doentes, as crianças ou os desempregados.
sábado, 19 de junho de 2010
Faleceu José Saramago
A morte de José Saramago constitui uma perda irreparável para Portugal, para o povo português, para a cultura portuguesa.
A dimensão intelectual, artística, humana, cívica, de José Saramago fazem dele uma figura maior da nossa História.
A sua vasta, notável e singular obra literária – reconhecida com a atribuição, em 1998, do Prémio Nobel da Literatura - ficará como marca impressiva na História da Literatura Portuguesa, da qual ele é um dos nomes mais relevantes.
Construtor de Abril, enquanto interveniente activo na resistência ao fascismo, ele deu continuidade a essa intervenção no período posterior ao Dia da Liberdade como protagonista do processo revolucionário que viria a transformar profunda e positivamente o nosso País com a construção de uma democracia que tinha como referência primeira a defesa dos interesses dos trabalhadores, do povo e do País.
José Saramago era militante do Partido Comunista Português desde 1969 e a sua morte constitui uma perda para todo o colectivo partidário comunista - para o Partido que ele quis que fosse o seu até ao fim da sua vida.
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